A fórmula da recarga
O custo de recarga é simples: energia gasta (kWh) × tarifa de energia (R$/kWh). Uma e-bike em uso urbano consome algo entre 8 e 15 Wh por quilômetro. Usamos o valor mais alto, 15 Wh/km, e a tarifa residencial da Celesc com impostos, cerca de R$ 1,06 por kWh.
Exemplo de carga completa: uma bateria típica de 48 V e 15 Ah guarda perto de 0,72 kWh. Encher do zero custa por volta de R$ 0,76 — menos que um cafezinho.
Comparando com carro e moto
Para o mesmo trajeto, consideramos um carro 1.0 econômico (14 km/l no ciclo urbano) e uma moto 160 cc (40 km/l), com gasolina a R$ 6,66 o litro em Florianópolis.
- 10 km por dia: e-bike R$ 3, moto R$ 37, carro R$ 105 por mês.
- 20 km por dia: e-bike R$ 7, moto R$ 73, carro R$ 209 por mês.
- 40 km por dia: e-bike R$ 14, moto R$ 147, carro R$ 419 por mês.
O que fica de fora (e pesa ainda mais a favor)
A conta acima considera só energia e combustível. Seguro, IPVA, estacionamento, pedágio e manutenção ficaram de fora — e todos pesam bem mais para carro e moto. Com a e-bike, também não há fila de posto: a recarga acontece na tomada de casa ou do trabalho, enquanto você faz outra coisa.
Faça a sua simulação com a calculadora de economia da PACE, ajustando os quilômetros do seu dia.
Dicas para gastar ainda menos
- Mantenha os pneus calibrados: menos atrito, mais autonomia.
- Use níveis de assistência menores em trechos planos.
- Recarregue com o carregador original e evite deixar a bateria esgotar por completo.
- Leia também: como fazer a bateria render mais.
