O que mostrou o maior estudo sobre o tema
O projeto europeu PASTA acompanhou mais de 10 mil pessoas em sete cidades. Publicado em 2019 na revista Transportation Research Interdisciplinary Perspectives, o estudo de Castro e colegas encontrou atividade física total parecida entre usuários de e-bike e de bicicleta comum.
O motivo é simples: com a ajuda do motor, as pessoas vão mais longe. Usuários de e-bike faziam trajetos médios de 9,4 km, contra 4,8 km dos ciclistas convencionais. Menos esforço por quilômetro, mais quilômetros por semana.
Quem mais ganha é quem deixa o carro
O ganho de atividade foi maior entre quem trocou carro ou transporte público pela e-bike. É aí que mora a mágica: a e-bike transforma um deslocamento parado em movimento, todos os dias, sem exigir que você chegue suado ao trabalho.
A Organização Mundial da Saúde recomenda de 150 a 300 minutos de atividade moderada por semana para adultos. Ir e voltar do trabalho pedalando 20 minutos, cinco dias por semana, já coloca você dentro dessa faixa.
Benefícios que vão além do físico
- Menos estresse no trânsito e mais previsibilidade no horário de chegada.
- Contato com a cidade, o mar e o ar livre no meio da rotina.
- Subidas deixam de ser obstáculo, o que ajuda quem está voltando a pedalar.
- Articulações agradecem: o impacto é baixo e a assistência alivia o esforço em arrancadas.
Como transformar a e-bike em treino
Quer suar um pouco mais? Reduza o nível de assistência em trechos planos, aumente a cadência e reserve a ajuda máxima para as subidas. O melhor ritmo é o seu — e ele pode mudar de um dia para o outro.
Quer sentir na prática? Agende um test ride na PACE.
